sexta-feira, 5 de novembro de 2010

DIA 05 DE NOVEMBRO

Estamos aqui novamente, nessa semana "pós grande feriado". Daniel, Carlos, Tânia, João, Claudia, Regina, Alexandre, Tacita e eu (Inês).
Estamos hoje discutindo com a coordenaçaõ do Daniel, dois artigos que tratam da história das disciplinas escolares e da noção de disciplina escolar.
Os autores são respectivamente Marcílio Souza Jr. e Ana Galvão e no outro, Alice Lopes.
Esses trabalhos trazem uma oportunidade interessante de discutir conceitos como conhecimento escolar, conhecimento científico, disciplina escolar, transposição didática, hibridismo, recontextualização, cultura escolar e cultura da escola.

A noção de disciplina escolar traz em si sua natureza histórica, epistemológica e cultural, num cenário de lutas que é a cultura da escola. Assim, pensar a disciplina escolar como um híbrido de discursos recontextualizados é muito importante, na possibilidade de investir na compreensão das dinâmicas disciplinares de forma não linear.
Mesmo que hoje o currículo seja organizado nos discursos oriundos dos documentos curriculares, em grandes áreas, parte-se sempre da disciplina escolar.

Como afirma Lopes (2005, p. 267):  "O entendimento da disciplina escolar como um híbrido de textos provenientes de diferentes contextos abre a possibilidade de se investigar os discursos hibridizados em sua constituição  e, principalmente, as finalidades em jogo nesse processo"

Desse ponto de vista, reiteramos as questões de nosso projeto de pesquisa em andamento que pretende  aprofundar a compreensão acerca das relações entre identidade docente e a disciplina escolar. Ao desnaturalizarmos a noção de disciplina escolar, nos sentimos mais fortes para investir no entendimento de como professores de ... forjam suas identidades em diferentes contextos: a universidade, a escola, o mercado do livro didático, os encontros de ensino, entre outros...

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

tarde de 22 de outubro


Fazendo travessias... Isso é o que fazemos nesse grupo.

Estamos reunidos hoje na FE, em outra sala. Pouco a pouco, as pessoas chegaram: eu, Tacita, Regina, Cláudia, Tânia, Daniel, Thaís, João, Tiago e Alexandre.


Hoje temos como pauta a discussão dos artigos: A HISTÓRIA DA DISCIPLINA ESCOLAR CIÊNCIAS NAS DISSERTAÇÕES E TESES BRASILEIRAS NO PERÍODO 1981-1995  de Moreira e Ferreira, 2001 e também DISCURSOS SOBRE A MATEMÁTICA ESCOLAR: UM ESTUDO A PARTIR DA REVISTA NOVA ESCOLA de Oliveira, publicado numa RA da ANPED.

Daniel expôs os principais pontos desses trabalhos, realçando alguns aspectos que são muito importantes para a compreensão da natureza das disciplinas escolares:

1. a importância de desnaturalizar a existência das discplinas escolares no currículo, trazendo as marcas de luta e negociaçõa para manutenção de determinados campos. Há fatores externos - políticas de financiamento, a força das comunidades - que também determinam a manutenção ou não de determinadas disciplinas e determinadas formações. Essas estruturas são construídas social e politicamente por comunidades disciplnares que, na busca de recursos e de apoio ideológico, são diretamente influenciadas também por grupos ou facções externas a elas.(MOREIRA e SERRA, p. 4)  É necessário compreender porque muitas propostas curriculares construídas a partir de objetivos menos acadêmicos acabam também por se estruturar de modo disciplinar, não se constituindo como alternativas concretas de mudança curricular. (MOREIRA e FERREIRA, p, 4 e 5)

2. . tal desnaturalização desvela a materialidade de diferentes exemplos no currículo brasileiro no contexto das disciplinas escolares, como é o caso da entrada da figura das “competências e habilidades” , noção que é fruto de influências de grupos e agências de financiamento externas.

2. Em relação aos discursos que marcam a natureza das disciplinas escolares, o segundo artigo escrito numa perspectiva foucaultiana, focaliza como a Revista Nova Escola cria elementos definidores da imagem da Matemática junto aos professores.Os discursos, cujos enunciados apresentam a Matemática como difícil, anunciam a idéia de que saber matemática é executar com precisão certos algoritmos ensinados na escola.(p. 7) Ainda: ao longo das páginas de Nova Escola, pode-se deduzir que a Matemática só não é mais difícil no seu ensino e na sua aprendizagem porque existe a Revista a qual, além de tudo, parece também assumir a função de simplificadora dos manuais didáticos(p.8) Ou ainda: o professor experimenta uma espécie de sensação de culpa que o remete ao lugar da incompetência, porque ele não consegue compreender a Matemática, nem colocá-la em “prática” na sala de aula. Ele, então, “precisa” da Revista, e por decorrência também dos Parâmetros Curriculares Nacionais, para sair da sua “carência” teórica e metodológica.(p. 10)

Importante notar que nas últimas semanas as leituras que estamos fazendo nos remetem a diferentes contextos discursivos que produzem imagens sobre as disciplinas escolares: - no texto de Moisés Oliveira, nos damos conta dos discursos produzidos no cotidiano da escola; - no texto de Moreira e Serra, nos atemos a discursos produzidos sobre a disciplina escolar no meio acadêmico e, por fim, no texto de Oliveira, os discursos produzidos em veículos de mídia voltadas ao campo educacional.



quinta-feira, 26 de agosto de 2010

LENDO CERTEAU E SOBRE CERTEAU

O QUINTAL DA MINHA CASA É ASSIM...
Fábio Josgrilberg é um importante estudioso brasileiro do campo de Comunicação Social. Fez seu mestrado no Canadá e estudou a obra de Michel de Certeau, em especial, o conceito de "tática". Sua dissertação de mestrado publicada em inglês se chama "Retelling Michel Certeau" e foi concluída (ou defendida) em 2000.


Nessa perspectiva, Josgrilberg começa seu trabalho, afirmando que Certeau - considerado um estudioso de Estudos Culturais - é também considerado um otimista, no cenário de compreensão das relações sociais. A tática operada no lugar do outro, como desmanche da estratégia que representa a ordem instituída, é uma forma de conferir poder ao fraco, que assume sua capacidade de subverter aquilo que lhe é imposto.

Já são muito conhecidas, no campo da Educação, as contribuições de Michel de Certeau. São inúmeras, na verdade... Não só na universidade na qual trabalho, mas em outros importantes institutos de pesquisa no país, a leitura de Michel de Certeau tem contribuído maciçamente para romper com compreensões causais, lineares, maniqueístas e simplistas acerca das relações sociais, em especial, no contato das esferas instituída e instituinte.

Josgrilberg aponta que Meagham Morris - também importante referência nos E.C´s - faz uma crítica a Certeau baseando-se na divisão entre "lugar" e "espaço", "estratégia" e "tática". "Como ela escreve: polaridades (elite/popular, específico/geral, singular/banal) marcam não somente a organização semântica do trabalho de Certeau, mas a verdade narrativa do seu texto" (Morris, 1990). Todavia, tais divisões, como Buchanan observa (Buchanan, 1993) podem ser vistas de modo diferente. Mais do que oposições, tais distinções podem ser lidas como partes de um processo singular: o esforço de uma sociedade para se auto organizar." (tradução minha) (JOSGRILBERG, 2000, p. 14) .

Tais reflexões me remetem à escolha teórica que fazemos em nosso grupo, de assumir o modelo interpretativo de Stephen Ball em torno da ideia dos diferentes contextos produtores de discursos que são permeáveis e mantém, entre si, relações de circularidade. (BALL e BOWE, 1992)

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

NOSSO ENCONTRO NA SEXTA-FEIRA, DIA 13... DE AGOSTO

Carlos Augusto Silva no sua formatura na licenciatura integrada em física/química na UNICAMP
Olha só: sexta-feira, 13, do mês de... agosto... A bruxa está solta?

Não, acho que não... pelo menos, se ela está solta por aí, não veio até nós, hoje, na LL 02.
Estamos tendo um encontro muito prazeiroso, com a presença de Bete, Carlos Augusto, Daniel, Regina, Tacita e Tânia.  Procuramos Carolzinha no Skype, em duas máquinas: na minha e na de Tacita e... nada. Primeiro apareceu, depois ficou off line. Que pena, Carol! Agora as notícias vão pelo blog.
Começamos pela organização da agenda para o semestre. Combinamos a leitura de livros de Moisés Oliveira, Bruno Latour e Foucault.
Vamos organizando melhor o percurso na caminhada, em relação à sequencia das leituras.

Carlos Augusto Silva criança

Passamos para a apresentação do projeto de mestrado do Carlos Augusto, com o título provisório de:

"Investigação sobre o currículo de química na cidade de Paulínia/SP, e suas possíveis relações de influências com os aspectos sociais e econômicos desta cidade”

Carlos iniciou apresentando sua novela de formação (como define Jorge Larrosa). Narrou sua infância cheia de dificuldades, desafios e conquistas e expressou de forma amorosa, o vínculo com seus avós, o desejo da docência, as descobertas profissionais e, finalmente a chegada ao mestrado na Unicamp.

Seu projeto tem como inspiração teórica principal as contribuições advindas do sociólogo britânico Stephen Ball e seu modelo de ciclo de influências. (BALL e BOWE, 1992)
Nosso grupo já vem trabalhando, há algum tempo, com esse autor, sendo que a interlocução com estudiosos brasileiros importantes como a profa. Alice R. Lopes (UERJ) e Jefferson Mainardes (UEPG) tem adensado de forma muito intensa, nossas leituras e compreensões.
Carlos também se aproxima do conceito de recontextualização (Bernstein) e Tânia bem lembrou, algumas ressalvas que Alice Lopes faz à forma como essa noção aparece no pensamento de Bernstein.
Ainda nessa linha teórica, Ivor Goodson também é um teórico importante para a investigação de Carlos. Desse autor, traz a discussão de que existe uma distância inevitável entre currículo prescritivo e curriculo vivido. Ou seja: as práticas curriculares são incontroláveis diante das prescrições, usualmente presentes nos documentos produzidos a partir das políticas oficiais.

Seu projeto se inspira também - do ponto de vista metodológico - na possibilidade de ouvir histórias. Historias de quem? Histórias de praticantes do cotidiano, dos pequenos, dos narradores - homens ordinários da vida comum (CERTEAU). São moradores da cidade de Paulínia, egressos de escolas nas quais experimentaram a química escolar no currículo. Paulínia - uma cidade química. Ambientalmente controlada, mas num controle tênue e tolerante. A cidade de maior ICMS do Estado de São Paulo, que ultimamente, esforça-se para se transformar em "capital cultural" do país - meca do cinema e das artes.
Essa cidade química abriga moradores com memórias a respeito da química escolar.
Que memórias são essas?
Narrar é contar uma história, comumente dizem os manuais de redação.
Carolina Galzerani, nossa querida professoramiga, nos ensina:
"Segundo Walter Benjamim,a memória é uma tessitura feita a partir do presente, é o presente que nos empurra em relação ao passado, uma “viagem” imperdível, uma “viagem” necessária, uma “viagem” fundamental, para que a gente possa trazer à tona os encadeamentos da nossa história, da nossa vida, ou da vida do outro." (GALZERANI, 1999:8)

Para Benjamim, o ato de contar uma história faz com que esta seja preservada do esquecimento. Desta maneira, posssibilidades são criadas para ser contada novamente e de outras maneiras.
O sentido dessa história só será possível no olhar do outro, na relação com outras histórias. Benjamim diz, todos somos historiadores, produzimos histórias, pois todos produzimos memória.
Aquela antiga coordenação de alma, olhos e mãos, que aflora nas palavras de Valéry, é artesanal, e encontramo-la onde quer que esteja a arte de narrar. Sim, podemos mesmo ir mais longe e perguntar se a ligação que o narrador tem com sua matéria –a vida humana –não é, ela própria, uma relação artesanal. Se a sua tarefa não consiste, precisamente, em trabalhar a matéria-prima das experiências –as dos outros e as suas próprias –de uma maneira sólida, útil e única. Trata-se de uma transformação. (BENJAMIN, 1992:56).
José Machado Pais, sociólogo português,  a narração é um método, um caminho vasto e comum para chegar à realidade de qualquer coisa. Um caminho escuro que se vai clareando à medida que se vai fazendo, isto é, à medida que o percorremos (Pais, 2001).

MEMÓRIAS:

"..quando a Petrobrás veio, as pessoas diziam que vinha uma fábrica grande de querosene[...] ... ingenuidade! a gente achava que tinham descoberto petróleo aqui. A gente não imaginava como seria refinaria...”

". pra nós aquilo era uma novidade. Só que no primeiro impacto foi horrível! Porque começaram a passar muitos caminhões e nós morávamos na avenida e aquilo era uma poluição, nossos portões ficaram pretos e todo mundo fez uma campanha pra desviar, mas pra onde que ia desviar, não tinha outro lugar, pra passar os caminhões...”

". ... é a única lembrança que eu tenho. O nosso professor de química chamava-se, é... Luis de Moraes. Eu não me lembro uma fala, uma instrução, uma visita que pudesse nos, despertar em nós o interesse pela química ou pelas mudanças que tavam vindo. O que eu me lembro que... eu... hoje, com o distanciamento do tempo, me permite fazer uma análise, que teria um interesse em preparar a população pela, para a Petrobrás, era, foi uma feira, eles criaram uma feira agroindustrial, chamada FAIPA..".

"...eu detestava química... à exceção desta feira, da FAIPA, no dia-a-dia da cidade e, um, mais precisamente na escola... a presença das indústrias químicas na cidade, não chegava de nas aulas de química...”

“...o que se prega hoje é que o currículo deve valorizar aspectos da vida local. Se você olhar, por exemplo, na parte escrita, você vai ver lá: adequação, formar cidadãos conscientes do seu espaço, da sociedade onde convive, da sociedade mais ampla, né, do seu entorno, essas são palavras, já virou um jargão porém, eu não vejo contemplado, nesse currículo, nenhum ponto, nenhuma ação de fato prática, ou então assim, dentro do curso de química, orientar os alunos sobre as possibilidades, sobre as carências, sobre as necessidades, as ações e consequências de... Isso que eu acho que falta: uma coisa muito objetiva. A ponto de fazer com que o aluno reflita...”


...as aulas de químicas eram muito fracas, muito fracas [...] as indústrias químicas daqui nunca eram mencionadas nas aulas..”

"..o que se prega hoje é que o currículo deve valorizar aspectos da vida local. Se você olhar, por exemplo, na parte escrita, você vai ver lá: adequação, formar cidadãos conscientes do seu espaço, da sociedade onde convive, da sociedade mais ampla, né, do seu entorno, essas são palavras, já virou um jargão porém, eu não vejo contemplado, nesse currículo, nenhum ponto, nenhuma ação de fato prática, ou então assim, dentro do curso de química, orientar os alunos sobre as possibilidades, sobre as carências, sobre as necessidades, as ações e consequências de... Isso que eu acho que falta: uma coisa muito objetiva. A ponto de fazer com que o aluno reflita...”

Acima, alguns fragmentos de rememoração dos narradores que tão gentilmente ofereceram sua experiência para Carlos, como pesquisador.

Tiago chegou às 16 horas, Que bom, Tiago!!!
Sentimos falta do João e saudades também da Thaís e do Alexandre.
E a Cláudia adiou um pouquinho sua chegada no grupo, mas tenho certeza que o dia da estréia chegará, entre nós...

A discussão está sendo muito boa com participações interessantes de todos.
A questão que se colocou a partir das 16 horas, foi: que relações são possíveis entre educação e ascensão econômico-social? Os profissionais da educação reconhecem que seu conhecimento não é mercadoria?
Como a atual sociedade de consumo situa o valor do conhecimento, da intelectualidade e, por conseguinte, a educação?

quinta-feira, 29 de julho de 2010

NOTÍCIAS E SAUDADES


Boa noite, pessoal!
Estou escrevendo para contar que nosso grupo reiniciará suas atividades no próximo dia 12 de agosto, às 13:30 horas, na sala ED 16, no prédio anexo à Faculdade de Educação.
Nesse primeiro encontro, participaremos da discussão do projeto de mestrado de Carlos Augusto Silva.
Carlos é um químico de sucesso, trabalhador da Petrobrás, e uma pessoa extremamente envolvida e interessada no ensino de química, na cultura da escola e nas práticas cotidianas curriculares.
Seu projeto versa sobre as narrativas de moradores da cidade Paulínia acerca da química escolar e as marcas deixadas na memória, tendo como foco o currículo como narrativa.
Estamos na expectativa do compartilhamento do trabalho do Carlos, que vem se dedicando arduamente à sua investigação.
EXAME DE QUALIFICAÇÃO:
Outra nossa companheira, mestranda é a Bete Rampini, - pedagoga e matemática - educadora envolvida até a ponta dos fios de cabelo com o cotidiano da escola.
Seu exame de qualificação está marcado para o dia 02 de setembro, no período da manhã. A banca é composta pelas minhas queridas colegas Anna Regina Lanner e Alexandrina Monteiro, ambas companheiras do nosso recém criado grupo de pesquisa Phala - Educação, Linguagem e Práticas Culturais.
Logo mais, teremos mais detalhes sobre o local e o horário precisamente (há um forte indicativo que se iniciará as 9:30 horas). A participação dos demais membros do grupo é muito im
portante, tanto como sinal de solidaridade com a Betinha, como também de compartilhamento da discussão que será feita sobre o seu trabalho, o que é muito frutífero para nós, enquanto grupo de estudo.
POR ÚLTIMO, SAUDADES:
Olha a foto, pessoal! Inês e suas amigas, na década de 80, no IQ UNICAMP.
Eu e algumas dessas amigas ainda mantemos nossa amizade, que agora, quase cinquentonas, está mais forte ainda. E por isso, nos encontramos religiosamente duas vezes por mês, para tomar um café, começar mil assuntos e não acabar nenhum... mas sempre fica a sensação de que essas são amizades para sempre...

quarta-feira, 28 de julho de 2010

NOTÍCIAS DA CELISA


Hoje começamos a quarta-feira pensando nos projetos em andamento e nas empreitadas coletivas que precisamos adensar.


Começamos também com uma boa novidade.


A Celisa - minha ex-orientanda de mestrado - traz a seguinte notícia:




Seu trabalho foi selecionado para apresentação oral no Congresso Internacional Cotidiano - diálogos sobre diálogos . Data: 12 de agosto - Niterói UFF.




VALE A PENA CONFERIR O SITE. VEJAM LÁ:








Ainda continuo com esse espírito de praia da foto.


terça-feira, 27 de julho de 2010

SEMESTRE NOVO COMEÇANDO

Na semana que vem, um outro semestre se inicia. Julho passou, de repente, entre viagens, filhos, família e trabalho... uma "meio" férias... mas foi bom. Sinto-me revigorada depois de julho.
Na segunda-feira, tenho as primeiras aulas de duas turmas de graduação: Tòpicos Especiais em Educação I e II , reservada para alunos de Biologia, Física e Química. Os programas serão relacionadas com Estudos Culturais da Ciências, com leituras de Latour e outros afins.
Na sexta-feira, a primeira aula de pós: Currículo, Formação de Professores e Cotidiano Escolar. Parece que teremos um grupo de dez pos graduandos. O programa já foi feito por mim e vou também postá-lo aqui, para quem quiser conhecer.


Estamos mudando o horário da reunião do G.I. Provavelmente, 5a. feira à tarde...
Logo, logo, teremos mais novidades.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

ANO NOVO , VIDA NOVA...


Começamos o ano com novas perspectivas. A pesquisa precisa ser incrementada, o grupo se reconfigura... Precisamos adensar nossas interações e acirrar nossos contratos...


Março nos espera, tenho certeza que nossos trabalhos a muitas mãos continuará...


Semana passada, estive em Recife. Segue aqui uma imagem que capturei em minha máquina do mar de Recife...